Aos 61 anos, Robert Downey Jr. tem uma carreira marcada por personagens memoráveis e uma retomada de sucesso em Hollywood.
Embora já tivesse conquistado reconhecimento com “Chaplin”, foi como Tony Stark, em “Homem de Ferro” (2008), que consolidou sua volta aos holofotes e se tornou um dos principais rostos do universo cinematográfico da Marvel.
Em 2024, veio outra conquista: seu primeiro Oscar, na categoria de Melhor Ator Coadjuvante, pela interpretação de Lewis Strauss em “Oppenheimer”, de Christopher Nolan.
Fora das telas, porém, o ator também encontra motivos de fascínio na companhia dos animais.
Na edição de janeiro/fevereiro de 2012 da revista Men’s Fitness, Downey falou sobre seus gatos Montgomery e D’Artagnan.
Foi durante essa entrevista que o astro fez a comparação entre observar os felinos brincando e brigando e compreender os segredos do universo.
“Entender a maneira como os gatos brincam e brigam é entender os segredos do universo”, comentou. “É entender o Wing Chun [...], entender a ioga. Eu mataria por essas almas felinas jovens e doces, esses dois meninos. Eu os protegeria com a minha vida.”
Durante a conversa, o ator contou que, dezoito meses antes, dizia não querer nenhum bicho resgatado por perto, mas, na época da entrevista, já não conseguia mais imaginar a vida sem seus gatos.
“Me tornei uma daquelas pessoas cuja esposa diz: 'Eles não querem ver fotos dos nossos gatinhos no iPhone agora. Pare com isso.' E eu não consigo mais assistir àqueles comerciais [de prevenção à crueldade contra animais]. Eles me matam”, revelou.
À revista Parade, em janeiro de 2020, Downey contou que cresceu com animais e recordou um cachorro especialmente querido: “Sturges e eu éramos muito próximos; ele era um Yorkshire terrier”.
Na mesma entrevista, revelou que sua casa em Malibu abrigava alpacas, porcos, vacas, cabras, galinhas e os dois gatos.
Ao se preparar para protagonizar “Dolittle”, percebeu que o médico cercado de bichos tinha algo em comum com sua própria rotina. Bastou olhar pela janela e encontrar sua alpaca Fuzzy para reconhecer a semelhança.